quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A velha História

Faltava - lhe segurança, amor profundo, alguem para confiar, alguem que não o apunhala se pela costas.
Algo lhe alertara e logo tudo se desabou, ficou sem chão.
e então decediu se afastar de todos se abrigando em uma escura caverna onde o que apenas o acompanhava era uma caixa de fósforos e 4 gravetos.
Se alimentava do que caia na caverna sombria e fria.
O tempo passara e ele ficou abalado por anos e anos, sem se quer nenhum movimento feito seus músculos foram se definhando.
Um estrondo lhe chamou a atenção fazendo com que ele ficasse curioso para ver o que havia acontecido, olhou para ao longo do tunel e uma pequena luz se espalhava pela parede, observou que havia luzes estranhas pairando aquele velho novo lugar .
Em passos pequenos foi se apoiando pelas paredes com os pés calejados, dedos feridos e seu rosto envelhecido molhado por lágrimas.
observou que para sua saida era preciso total esforço, coisa que seus frágeis músculos já não o consedia, notou que a subida era ingrime demais e por dias e dias ficou parado pensando com ele mesmo.
Ouviu - se novamente o mesmo ruido de dias anteriores e com total ânimo arranjou forças de onde não tinha e subiu ferindo - se todo.

Caido sobre seus joelhos ralados a forte luz em seus olhos o impedia de enchegar o que havia naquele lugar.
esfregando os olhos por muito tempo conseguiu ver todas as coisas que ali existia e notou que como velho ele havia ficado e o lugar também, sendo que o tempo não lhe havia consedido tanta belesa como daquele local.
lágrimas não paravam de rolar em seus rosto, todo o tempo que ele havia passado naquela caverna não o transformou, não o fizera esquecer tal dor que o envolvia da cabeça aos pés.
Lembrou que esqueceu metade de sua vida na caverna e seu bem mais precioso sua sabedoria e então decidiu olhar no fundo do seu eu para ver se restava algo que pudesse ser aproveitado.

Aquele velho homen morreu com uma profunda mágoa em seu coração, causado por um alguém que o apulhalou pelas costas, alguem que ele dizia amar, alguem que ele havia entregado seu coração, seu eu; Pode - se dizer que ele morreu de amor e um amor que jamais viram igual.
Seus restos mortais foram jogados no local onde o abrigará por anos e anos, o lugar que sabia de todos os seus segredos e mágoas.

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